terça-feira, 30 de agosto de 2011

Claudia Cardinale

Claudia Cardinale em La Viaccia (1961), de Mauro Bolognini.





segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Sexo no Cinema #3

Secretary, de Steven Shainberg, 2002, com Maggie Gyllenhaal e James Spader

Ver aqui

domingo, 28 de agosto de 2011

When Man Enters Woman

like the surf biting the shore,
again and again,
and the woman opens her mouth with pleasure
and her teeth gleam
like the alphabet,
Logos appears milking a star,
and the man
inside of woman
ties a knot
so that they will
never again be separate…

Anne Sexton

Sanne Sannes, c. 1962-65

sábado, 27 de agosto de 2011

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Leves Amores

Your kisses, and the way you curl,
Delicious and distracting girl,
Into one's arms, and round about,
Luxuriously in and out
Twining inextricably, as twine
The clasping tangles of the vine;
Strong to embrace and long to kiss,
And strenuous for the sharper bliss,
Insatiably enamoured of
The ultimate ecstasy of love.
So loving to be loved, so gay
And greedy for our holiday;
And then how prettily you sleep!
You nestle close, and let me keep
My straying fingers in the nest
Of your warm comfortable breast;
And as I lie and dream awake,
Unsleeping for your sleeping sake,
I feel the very pulse and heat
Of your young life-blood beat, and beat
With mine; and you are mine, my sweet!

II

The little bedroom papered red,
The gas's faint malodorous light,
And one beside me in the bed,
Who chatters, chatters, half the night.

I drowse and listen, drowse again,
And still, although I would not hear,
Her stream of chatter, like the rain,
Is falling, falling on my ear.

The bed-clothes stifle me, I ache
With weariness, my eyelids prick;
I hate, until I long to break,
That clock for its tyrannic tick.

And still beside me, through the heat
Of this September night, I feel
Her body's warmth upon the sheet
Burn through my limbs from head to heel.

And still I see her profile lift
Its tiresome line above the hair,
That streams, a dark and tumbled drift,
Across the pillow that I share


Arthur Symons (1865-1945)


Joan Semmel, Red White and Blue, 1973

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Phallus

Pablo Picasso, 1903

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

On the beach #2

André de Dienes, c. 1950


Henri Cartier-Bresson, Leonor Fini, 1933

Fernand Fonssagrives, La Plage de Cabasson, 1936

terça-feira, 23 de agosto de 2011

WTF...?

"These boots are made for walking" em checo... como se isso não bastasse, as "botas" usadas no vídeo também são ligeiramente estranhas...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

On the beach

Ellen Morton, por Alfred Stieglitz, 1915

Henri Cartier-Bresson, Coney Island NY, 1946

Herbert Matter, Nude in Reeds, c.1940

William Mortensen, On the Beach, 1951

Henri Cartier-Bresson

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

“Sonnet du Trou de Cul”

Um poema composto por Artur Rimbaud e Paul Verlaine, em 1872.

Obscur et froncé comme un œillet violet
Il respire, humblement tapi parmi la mousse
Humide encor d’amour qui suit la fuite douce
Des Fesses blanches jusqu’au cœur de son ourlet.

Des filaments pareils à des larmes de lait
Ont pleuré, sous le vent cruel qui les repousse,
À travers de petits caillots de marne rousse
Pour s’aller perdre où la pente les appelait.

*

Obscuro e franzido como um cravo roxo,
Humilde ele respira escondido na espuma,
Húmido ainda do amor que pelas curvas suaves
Dos glúteos brancos desce à orla de sua auréola.

Uns filamentos, como lágrimas de leite,
Choraram, ao vento inclemente que os expulsa,
Passando por calhaus de uma argila vermelha,
Para escorrer, por fim, ao longo das encostas.

Muita vez minha boca uniu-se a essa ventosa;
Sem poder ter o coito material, minha alma
Fez dele um lacrimário, um ninho de soluços.

Ele é a tonta azeitona, a flauta carinhosa,
Tudo por onde desce a divina pralina,
Canaã feminino que eclode na humidade.


tradução de Heloísa Jahn

Paul-Émile Bécat (1885-1960)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Dunas

de Raul Hausmann

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Beijos #7

"Tell Mama. Tell Mama all."



Elizabeth Taylor e Montgomery Clift em A Place in the Sun (1951), de George Stevens

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Beijos #6

John Firth, Clube Nocturno - Estocolmo 1956

domingo, 14 de agosto de 2011

Sensualidade

Sensualidade, Franz von Stuck, 1891

sábado, 13 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Janis Joplin

When I sing, I feel like when you`re first in love. It`s more than sex. It`s that point two people can get to they call love, when you really touch someone for the first time, but it`s gigantic, multiplied by the whole audience. I feel chills.

Janis Joplin (1943 - 1970)


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Sexo no Cinema #2

 

Donald Sutherland e Julie Christie no drama Don't Look Now de 1973, realizado por Nicolas Roeg.

Ver aqui.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Tights

Daido Moriyama, Tights in Shimotakaido, 1987

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Dá-me pois olhos e lábios

Dá-me pois olhos e lábios;
Dá-me os seios, dá-me os braços;
Dá-me a garganta de lírio;
Dá-me beijos, dá-me abraços!

Empresta-me a voz ingénua
Para eu com ela orar
A oração de meus cantos
De teu seio no altar!

Empresta-me os pés, gazela,
Para que eu possa correr
O vasto mundo que se abre
Num teu rir, num teu dizer!

Presta-me a tua inocência,
Para eu ir ao céu voar, ..
Mas acende cá teus olhos
Para que eu possa voltar!

Por Deus to peço, senhora,
Que tu mo queiras fazer;
Dá-me os cílios de teus olhos
Para eu adormecer;

Por que, enquanto os tens abertos,
Sempre para aqui a olhar,
Não posso fechar os meus,
E sempre estou a acordar!

Pela Santa-Virgem peço
Que tu me queiras sorrir;
Porque eu tenho um lírio d'ouro
Há três anos por abrir,

E, se lhe deres um riso,
Há-de cuidar que é a aurora ...
E talvez que o lírio se abra,
Talvez que se abra nessa hora!

Por Alá, minha palmeira!
Quando ao sol me for deitar,
Faze sombra do meu lado ...
Porque eu quero-te abraçar!

D'amor te requeiro, ondina,
Quando te fores a erguer,
Ver-te no espelho das fontes ...
Porque eu quero-te beber!


Antero de Quental

One Summer of Happiness, de Arne Mattsson, 1951

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Leda

Leda, de Ralph Gibson, 1974

domingo, 7 de agosto de 2011

Salammbô

Salammbô, la scene de la serpent, Gaston Bussiére, 1910


Ele estava de joelhos, à frente dela; e rodeava-lhe a cintura com os dois braços, a cabeça para trás, as mãos errantes; as argolas de ouro que lhe pendiam das orelhas luziam sobre o seu pescoço bronzeado; corriam-lhe dos olhos grossas lágrimas semelhantes a globos de prata; suspirava de modo carinhoso, e murmurava palavras vagas, mais leves do que uma brisa e suaves como um beijo.
Salammbô era invadida por um langor no qual perdia toda a consciência de si mesma. Qualquer coisa em simultâneo íntimo e superior, uma ordem de Deus, forçando-a a abandonar-se; sustinham-na nuvens, e, sentindo-se desfalecer, lançou-se para a cama, sobre os pêlos do leão. Mâtho prende-lhe os calcanhares, a corrente de ouro rebenta, e as duas pontas, levantando voo, batem no pano como duas víboras trepidantes. O manto cai, envolve-o; ela vislumbra a figura de Mâtho inclinando-se sobre o seu peito.
- Moloch, tu queimas-me! - e os beijos do soldado, mais devoradores do que as chamas, percorriam-na; ela estava como que elevada por um furacão, prisioneira da força do sol.
Ele beijou-lhe todos os dedos das mãos, os braços, os pés, e, de uma ponta à outra, as longas tranças dos cabelos.


Gustave Flaubert, Salammbô


Salammbô, de Auguste Rodin

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Egon Schiele

 Mulher com meias verdes, 1918



                                               


Mulher com meias pretas, 1913

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Susan Sarandon



Susan Sarandon em Pretty Baby, de Louis Malle, 1978.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Êxtase

 Blow Job, de Andy Warhol, 1964

Êxtase de Santa Teresa, Gian Lorenzo Bernini, 1645-1652
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